Me impressiona e muito, a capacidade de trabalho do Presidente da Federação das Indústrias do Paraná, e sobretudo sua visão periférica sobre os assuntos de interesse do desenvolvimento de sua área específica e sua percepção em relação ao Estado Nacional.
Eu acredito que o Brasil exige um crescimento continuado que decorra de macro planejamento que englobe a iniciativa privada, que o projeto de crescimento decorrente deste planejamento seja recepcionado pelo ente Estado como propósito, abstraindo-se deste planejamento qualquer tipo de matiz ideológica.
Explico: em nosso estado nacional nesta etapa, ha um comprometimento ideológico absolutamente nefasto, no qual o pensar livre crescimento está atrelado a competição entre direita e esquerda, e pior, muito pior sob comando de grupo politico que entende o estado como participe real da capacidade produtiva.”
Ora, o estado deve ser meramente indutor, e não interessa se o governo é desta ou daquela banda. Dedicar-se a função básica e não atrapalhar deveria ser o mote e a razão de ser do estado nacional que não gera um tostão e só cobra impostos e os reinveste muito mal”. Esta é a percepção clara do excelente Presidente da entidade!
Entendo que FIEP, tenha uma missão relevante de construir, ao lado de não menos importantes Federações e Cooperativas, uma linha condutora que deve servir de proposta fundamental para que a administração do Estado nacional tenha tal proposta como base de sua linha de atuação. Bastaria que a política oficial entendesse que o setor que realmente produz tem a sensibilidade para colimar os objetivos de crescimento. Simples assim.