De há muito o Brasil se dividiu, e isto está claro e é absolutamente indiscutível. Existem 2 Brasis, esta ideia é a ideia do Foro de São Paulo, que de há muito trabalha no sentido de dominar o Brasil tal como o idealiza. E como o Foro de são Paulo idealiza o Brasil: como um país dominado pela ideologia socialista, com comando ideológico sobre tantas nações quanto possível, em especial, na América do Sul, e naturalmente com o seu Imperador Lulle I como comandante e chefe das nações havidas da dominação ideológica, da destruição da família, da minimização da educação, e da preponderância da pobreza dominada.
Acontece que um fator inesperado aconteceu desde que a pregação ideológica de esquerda encontrou sucesso e assumiu o comando do Estado brasileiro, que vem a ser a criação de um Estado paralelo que agregou ideólogos de esquerda e bandidos condenados no Rio de Janeiro. Como cumpriram pena ao mesmo tempo e no mesmo presídio, associaram-se uns e outros, e desta associação nasceu o grupo criminoso nominado Comando Vermelho.
Pois bem: de lá para cá, os grupos criminosos tomaram caminhos próprios, e de forma organizada e ininterrupta, cresceram regional, nacional e internacionalmente. Tal crescimento foi geométrico, e deveu-se a muitos fatores; entre eles, a conivência do Estado brasileiro, e sobretudo a incompetência deste mesmo Estado que não considerou até então a questão da segurança pública com a relevância que merecia ser considerada.

Aprioristicamente, seria fácil associar o crescimento da criminalidade à miserabilidade da cidadania brasileira incrustrada nos morros. Neste caso, a explicação é sociológica, porquanto os morros foram destinados a moradias dos escravos, que desde logo foram para ali destinados pelo voraz Conde D’Eu, o genro do Imperador, que transformou as moradias, futuras favelas, em fonte de enriquecimento mercê cobrança de alugueres.
Como se vê, portanto, a miséria é explorada como a história ensina sempre e a todo tempo. Pela conformação geográfica, a dominação em tais regiões, além de ser fácil, oferece posição estratégica favorável, o que foi muito perceptível para as mentes criminosas. Nesse momento, um parêntese para lembrar que a imensa maioria das populações de morros – sejam os cariocas ou os florianopolitanos – são populações do bem, mas que por força da inércia do Estado, transformaram-se em reféns da marginalidade.
Faço essa breve análise para lembrar que nesta etapa, com a evolução da atividade criminosa que não se resume mais à simples venda de droga e, muito mais do que isso, se transformou em domínio territorial, dificulta e cerceia a estratégia policial de combate aos grupos criminosos que atuam dentro dos territórios habitados pela já citada população do bem.
Não é de graça, portanto, que parlamentares mal-intencionados, como a deputada federal Carol Dartora aqui do Paraná, desde logo têm o discurso pronto que a atividade coercitiva do Estado vitima pessoas de bem que moram nestas regiões.
Uma análise aprofundada de todo o noticiário havido dos fatos, prova que o confronto estrategicamente bem conduzido ocorreu entre forças policiais e narcotraficantes paramilitares e desta feita, preservou inocentes. Qualquer imagem produzida pela parte da imprensa brasileira, que é cooptada pelo metal havido do narcotráfico e atividade de milícia, mostra mães chorosas com imagem dos seus filhos narcotraficantes que foram eliminados no confronto com as forças do Estado brasileiro, ou seja, das famílias que trabalham regularmente em prol da pátria.
É óbvio que não se trata de manifestar insensibilidade quanto à dor de qualquer mãe ou pai que perde um filho, mas a cada mãe que chora a morte do seu traficante, eu contraponho as inúmeras mães que choraram antes pelo sofrimento infligido às suas famílias. E aos jornalistas que passam pano para traficantes, faço questão de relembrar a imagem do jornalista da Rede Globo de Televisão, que foi queimado numa pilha de pneus, no episódio histórico e inesquecível chamado “Queima de Arquivo de Tim Lopes”.
O fato irretorquível é que neste tipo de confronto não há lugar para hipócritas, e nem para os habituais habitantes do “em cima do muro”. Nesse momento, o que se exige é postura, posição e coragem.
A ESTRATÉGIA

Como fartamente se provou, desta feita a estratégia policial foi extremamente bem conduzida, e os marginais foram conduzidos para o confronto em território neutro. Há que lamentar, sim, a morte de quatro valorosos brasileiros que atuaram em defesa da parte da pátria que ainda não está dominada pelo crime organizado.
Os paramilitares narcotraficantes que caíram em combate em nome do crime e do tráfico, não merecem do povo brasileiro do bem nenhuma observação que não seja a de pronto alívio, porquanto fizeram a escolha de defender o crime. Pelo que escrevo até aqui, o leitor que aliás acompanha o meu trabalho já sabe que eu defendo o Brasil do bem, o Brasil que atua dentro da lei. Os brasileiros que habitam nos 26% do território já dominado pelo crime, enfrentam o dilema da bitributação, porquanto recolhem aos cofres públicos da pátria, e são sancionados também pelo narcotráfico ou pelas milícias – lembrando que esses últimos supracitados não recolhem imposto, por isso têm dinheiro vivo para compra do armamento sofisticado que usam.
Por óbvio, o combate que é obrigação constitucional do Estado, enfrenta a dificuldade advinda dessa associação ideológica que começou dentro do presídio, e me estarrece ler e ouvir próceres da esquerda brasileira falando em combate através de inteligência, como se isso fosse novidade e mais: que o combate ao enriquecimento financeiro das quadrilhas fosse a ideia de um governo inepto, como sói ser o governo Lulle.
Ora, a desarticulação financeira dos grupos criminosos é um ensinamento do século passado, e demonstra a estratégia de Eliot Ness. Mas é preciso lembrar à Gleisi da Sapucaí, a ministra, que no grupo que combateu o mais famoso dos mafiosos existia armamento pesado, e policiais também pereceram nas mãos dos criminosos. Cito o quase romântico exemplo para demonstrar que é preciso combater – e combater com força – o crime organizado; e mais, Gleisi, de você espero tenha a decência e a dignidade de defender o uso da GLO e das Forças Armadas no combate ao crime organizado desta Pátria.
Quando peço à Ministra do Presidente flébio e débil que usa boné CPX que faça valor à sua condição de advogada e mãe de filhos, porque não acredito em Lulle, o falacioso, bem como não acredito na atuação de Flávio Dino e de Gilmar Mendes, pois suas prédicas são sempre favoráveis ao crime organizado. Quanto a Lewandowski, sou muito mais simplório, e me valho das palavras de Roberto Requião, quando governador do Paraná, perguntado sobre esse amigo de Lulle; a resposta de Roberto foi uma pergunta “quem, o Levianoski?”. Portanto, qualquer atitude deste sujeito é ministro da Justiça na atualidade não me surpreende, na medida em que o empurrão que ele deu no frágil representante da Polícia Federal brasileira vale como imagem, muito mais do que mil palavras. Traduzo: neste empurrão, está a síntese do governo Lulle, empurrando para longe a verdade, a decência e o impostergável e fundamental combate ao crime organizado na Pátria amada, Brasil.
Comecei este comentário falando na divisão do Brasil, e tentei demonstrá-la, mas desde logo faço aqui uma advertência pessoal: que tal divisão não sirva para morte e utilização de discurso político. Sei que no dia em que escrevo vários governadores estarão reunidos, são nominados “governadores de direita” ou de “oposição ao governo central”. Pois bem. Espero que esses 4 ou 5 ou mais homens e mulheres tenham a decência e a dignidade de oferecer um plano, um sucedâneo ao Brasil nesta etapa, sem transformá-lo em proselitismo político ou oportunismo eleitoral. Pois afinal, se peço decência para Lulle, o Sem Coragem, menos decência não peço para aqueles que têm obrigação de proteger os brasileiros que habitam os seus próprios Estados.
ELEIÇÕES 2026:
REPUBLICANOS SE POSICIONA ANTES DE RATINHO JR. E LANÇA CURI PARA O GOVERNO

O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, lançou nesta semana em evento do partido em Brasília, o nome do deputado estadual Alexandre Curi, pré-candidato a governador do Estado. Foi durante evento com as presenças de Pedro Lupion, Rafael Greca, deputado Do Carmo e outras lideranças do partido. Os Republicanos colocaram o nome de sua escolha antes do governador Ratinho Jr. definir quem será o nome do PSD.
No interior do Paraná, Curi já tem sido indicado por prefeitos, prefeitas, vice-prefeitos, vereadores e outras lideranças ao pé do ouvido para o governador como nome mais forte em disputar a próxima eleição ao governo. O lançamento dos Republicanos foi estratégico pois estavam presentes os ex-prefeitos Rafael Greca, do PSD, e Beto Richa, do PSDB, que não economizaram aplausos quando o nome de Curi foi citado indicando, que os grupos estão se alinhando em torno de um só nome para 2026. O encontro em Brasília era para filiar o deputado federal Pedro Lupion, que se retirou do PP e, assumiu a presidência estadual do Republicanos no Paraná com o irmão do presidente da ALEP, Rodrigo Curi, sendo o vice-presidente da sigla. Lupion em seu discurso direcionado para Alexandre Curi e Greca, disse “o próximo governador do Paraná está nesse momento nos prestigiando e vamos trabalhar para isso”!
Marcos Pereira, Alexandre Curi e Pedro Lupion.
ORAÇÃO DE OGIER BUCHI: Senhor, abençoe e salve o Brasil.
